Celebopedia ® - Justin Long

Justin Long

Search Celebopedia

Google


Justin Long - Social Media Watch


Justin Long Social Media Watch

This page scans social media sites for posts about Justin Long. Sites scanned include Twitter, Google BlogSearch, Digg and FriendFeed. The results below contain content that is not representative of Celebopedia's opinions about Justin Long -- it is purely what people are posting on a few popular social media sites about Justin Long. Keep in mind what you see below is just what people are saying on the Internet, and anyone can say anything so take it with a grain of salt.

Justin Long News

Enjoy the Social Media Watch? Check out our Justin Long news section which scans thousands of news sites for the latest Justin Long news.

Twitter & Facebook via FriendFeed

Justin Long Most Discussed Posts - Computerworld Blogs http://tinyurl.com/yzaypky


Chris Lynch: @Reindeer_Troy Heh. I think that AT&T was trying to find a "Justin Long" but... who knows


Alex Pyatetsky: I don't actually know that I've stopped moving/dancing today. Justin Long recording session @ smartbar tonight. I'm there. Holla.


Movie & TV deals: iTunes best selling movie #70: "Battle for Terra" Senn (Justin Long) and Mala (Evan Rachel Wood) are two... http://dealnay.com/92778


Gennefer Snowfield: Today's @eguiders pick: Ellen Page's surprise Canadian Thanksgiving doesn't quite turn out as she had hoped... http://bit.ly/812xpw


Jiajun Tang: Happy Anniversary, Sesame Street!


Joseph Teegardin: “Let’s face it…I’m kind of a shitty actor.” - Justin Long


pornchicks: Puff Puff Pass


PopShizle: Drew Barrymore and Justin Long Off — Again?


Justin Von Strasburg: Justin Long live the mighty dance bear face!


Followall: Justin Von Strasburg: Justin Long live the mighty dance bear face!


ja1000: Coragem e Atitude, Thundercats Ho! Hoje estávamos batendo papo no Twitter (você não acha que alguém trabalha por lá, né?) quando surgiu um comercial feito em computação gráfica, kibando uma série de filmes que a Sony fez para a linha Bravia, todos usando gente de verdade, tinta de verdade, explosões de verdade, emoção de verdade. Não me entendam mal, eu sou ferrenho defensor da computação gráfica, ela nos leva a mundos inimagináveis, Senhor dos Anéis nunca seria feito tão grandioso sem computadores, Transformers seria um fime de brinquedos filmados, sem toneladas de CGI. Só que somos preconceituosos, ainda preferimos o “real”. Em computador é fácil (mesmo não sendo). O Gustavo Fortes, da Espalhe resumiu bem: CGI é commodity. Coragem e atitude é q são cada vez mais raros e valorizados Isso é o que separa homens de meninos com brinquedos caros. As agências pequenas estão sobrevivendo por ações práticas de custo reduzido e resultados desproporcionais. Eu sempre bato na tecla: Quanto custa enfiar um iPhone em um liquidificador? Garanto que é uma fração ínfima do que ganha o Justin Long pra fazer cara de idiota nos comerciais da Apple. A computação gráfica, como tudo tem um lado ruim, e nem falo dos logotipos giratórios dos anos 80. Sério, a Praga Hans Donner transformou TUDO em coisas prateadas giratórias. Levou anos até fugirem dessa estética. E logo ELE, que havia cria-digo, assinado aberturas com efeitos práticos sensacionais, como a de Champanhe, ou O Dono do Mundo. Não é preciso mais ter coragem, basta ter um computador. Ousadia? Besteira. Por isso mesmo em tempos de Tropa de Elite a sequência de ação mais impressionante fodástica e acachapante da história do cinema brasileiro é de 1971. Roberto Carlos a 300Km/h – Não há Luke Skywalker, Stringfellow Hawke, Niobe, Barão Vermelho. Não há NINGUÉM que supere o Comandante Malaguti, em termos de pilotagem. link para o vídeo Logo no começo o LOUCO do Malaguti passeia de helicóptero pela Praia do Flamengo, Enseada de Botafogo até chegar na boca do Túnel Novo, do lado do Rio Sul. Então o INSANO atravessa o túnel. Notem, isso não é Missão Impossível, em 1996 Tom Cruise usou efeitos especiais, em 71 usaram um helicóptero de verdade e um túnel de verdade. Depois a sequência continua com um rasante assustador pelo Centro do Rio de Janeiro. Hoje em dia a cena jamais seria feita. Primeiro, ninguém daria permissão. Segundo, ninguém teria COJONES de sequer propor algo assim. Terceiro, ninguém teria os mega-cojones para TOPAR uma idéia dessas. Claro, você sempre pode tentar. O máximo que pode acontecer é o cliente topar e você ainda ser lembrado 38 anos depois. Mas tudo bem, também dá pra ser feliz criando banner e viralzinho… Textos Relacionados: - Portocainarede - 5 vídeos questionáveis - Da boca do lobo: Twittando a fusão Oi-BrT - Onde nenhuma cadeira jamais esteve - DENÚNCIA! Volkswagen praticando homofobia contra gays homosexuais - Viral do Bom pra assistir em Mute Submarino.com.br Sobre o Post Este post foi escrito em 07/11/2009 às 1:59 pm Está arquivado na(s) categoria(s) Cultura Pop, Propaganda e Marketing, Web2.0. Você pode acompanhar os comentários via RSS 2.0. Você pode fazer um comentário, ou trackback de seu próprio blog. Veja a reação da blogosfera « « Anterior: Medalha, Medalha, Medalha – Leitores respondem Próximo: Egocentrismo sim, egoísmo não! » » Email this • 10 comments on this item 21 Respostas para “Coragem e Atitude, Thundercats Ho!” Hugo Meira em 07/11/2009 às 2:59 pm É aquela idéia, real é true, perigo é legal, a cena ficaria mais próxima, mais emocionante. Mas a computação é tão perfeita que pode inclusive acrescentar nuances melhores… Soa como piada esta cena do helicoptero, sabendo como foi feita…. [Reply] Kiko em 07/11/2009 às 4:47 pm Olá. O Malagutti foi meu instrutor em 1976 quando tirei o brevet aos 18 anos no Aero Clube do Brasil em Jacarepaguá e, modestamente, com um dos melhores tempo de “solo” 8:40h na época foi recorde. Nunca mais tive notícias dele, a última é que voava pra Globo, verdade? Abraço Comandante Malagutti do seu aluno “manicaca” do Pantanal. Kiko. [Reply] Ronaldo Camacho em 07/11/2009 às 5:00 pm Um dos mais pungentes exemplos do cinema recente com zero de CGI foi Encarnação do Demônio, do Mojica. Entre outras coisas, ele enfia a cabeça de uma atriz em um barril com milhares de baratas (detalhe: é a mulher dele), e retira outra do ventre de um porco cachaço. Leitão mesmo, fez a atriz entrar lá dentro. Primoroso. [Reply] Luis Pereira em 07/11/2009 às 5:16 pm Cardoso, coragem para fazer, acontecer, você tem toda a razão. E também acredito que o tal “politicamente correto” arrasou com muitas mentes criativas inclusive na vida corporativa das empresas. Ousar é preciso! Abraços @CMPLuis [Reply] Alexandre Esposito em 07/11/2009 às 7:39 pm Realmente impressionante essa cena, nunca tinha visto. E ainda conta com uma das minhas músicas favoritas do Robertão ao fundo. Aliás, é uma grande “falha de currículo” que eu tenho: nunca vi os filmes dele, que devem ser divertidos, apesar de provavelmente toscos. E esse papo todo de CGI x ousadia me lembra uma analogia bem interessante que um conhecido meu fez uns anos atrás num fórum, onde ele compara as trilogias antiga e nova de Star Wars comparando-as com o Rock dos anos 60 e 70 e bandas que bombavam na época do post (no caso, o Creed). Olha o que ele disse: “*Eu devo seguir uma analogia que eu li em algum lugar pra explicar a diferença de qualidade entre a trilogia antiga e a nova. A trilogia antiga é como uma banda punk dos anos 70 que acabou de lançar o primeiro disco: é meio desajeitado e sujo, mas é claro a empolgação e energia que a banda pôs no disco, aquela sensação de “Sim, nós somos foda! Nós vamos conquistar o mundo!”, uma ingenuidade charmosa e cativante. A trilogia nova é como um disco do Creed: é todo produzido e limpo, e embora haja algum riff ou melodia ligeiramente divertida de vez em quando, a obra toda em si é artificial e seguindo uma formula quadrada e sem vida e tentando agradar todo mundo, mas no final enjoativo e esquecível. Ruim. Uma analogia mais direta ainda: repare no plano final de “Sith”, que teoricamente foi perfeito – os novos pais do Luke segurando ele no deserto, enquanto o sol nasce no fundo, ecoando o plano similar do Luke em “Uma Nova Esperança”. Agora compare os dois planos, o de Ep3 e de Ep4. O de Ep3 é todo produzido, limpo, artificial. Até o céu foi alterado digitalmente pra ficar mais “poético”. A imagem é cristalina, como CGI. O plano de Ep4 é sujo, meio tremido. Dá a sensação de que a câmera realmente estava lá. A imagem tem vida. Ela movimenta de forma insegura, assim como o Luke. O céu é simples, é natural. Tem vida. Aí está o seu problema, Sr. Lucas.” Fonte: http://ping.fm/8iKsS Mas uma correção, Cardoso: o túnel que ele atravessa não é o Túnel Novo, é o Túnel do Pasmado, que liga a Enseada à Av. Lauro Sodré. O Túnel Novo é cerca de 300 metros depois. Tanto que em vez de entrar no Túnel Novo ele sobrevoa a Ladeira do Leme, caminho “alternativo” pra chegar em Copa a partir dali. Eu sei porque moro em frente e tô vendo ambos aqui da janela. eheheheheh [Reply] SandroCE em 07/11/2009 às 8:17 pm Vejo uma analogia com o que está aconbtecendo hoje no Brasil… A Globo (Apenas coincidência, poderia ser qualquer outra emissora) está sendo vigiada de perto pelo ministério público por mostrar uma menina “malvadinha” em sua novela das 8. Já imaginaram como seriam as centenas (milhares?) de filmes que colocam crianças, de todas as idades, em situações muito piores? No cinema de todo o mundo temos crianças assassinas, psicopatas, estupradas, loucas, espancadas e o escambau… Se a lógica do MP brasileiro for extendida á todas as mídias… [Reply] Leonardo em 07/11/2009 às 10:51 pm Eu acho que existem casos e casos. Tem certos efeitos que não usam computação gráfica que fazem você olhar e dizer: “Putz, que impressionante! Eu imagino a estrutura e o pessoal gasto pra fazer isso! E aquele detalhe ali como será que foi feito”. Mas a computação gráfica também ajuda a dar dramaticidade e plasticidade pra uma cena, por exemplo eu acho que as cenas de helicóptero que você comparou mesmo. Eu acho que apesar de não ser mais real a cena de Missão impossível tem muito mais dramaticidade, do que qualquer filmagem por mais ousada que pudesse ser não alcançaria. [Reply] Lucas Cambraia em 08/11/2009 às 1:22 am Eu ainda não vi coisa mais tosca do que os efeitos utilizados no filme Python 2. A qualidade inexiste. Nem aqueles seriados infantis dos anos 90 superam este longa- metragem. Computação gráfica ajuda a criar cenas que sem um computador, não existiriam, como diz minha vó “nem a pau, juvenal”. E ás vezes, elas ficam ridículas, como no caso do filme citado. [Reply] Carlos Medeiros em 08/11/2009 às 9:46 am Cadê o link para para passaralho no twitter? [Reply] Roberto em 08/11/2009 às 1:41 pm O melhor (ou pior) é constatar a zona que o Rio de Janeiro virou. Eram poucos carros, o ambiente parecia muito limpo e organizado. Quando ele voa pelo centro, identifiquei prontamente o Largo da Carioca, o lugar onde estão os prédios da Petrobras e BNDES e com tristeza, o Palácio Monroe. [Reply] Martin Juan Sarracena em 08/11/2009 às 3:18 pm Excelente trabalho. Havia que ter cojones, concordo. Duas músicas hoje clássicas. Devo acrescentar que a escelente “Canzone Per Té” de Roberto, (”La festa apena cominchata e já é finita…”) foi ganhadora do festival de São Remo nos idos de… nos idos de… aham! Esqueci. Eu estava na faculdade por aquela época… Mas o Google está aí para isso. [Reply] Fernando Quirino em 09/11/2009 às 1:11 am Engraçado, acabei de ler o texto da bottan falando em como a nova geração tem as coisas fáceis demais e no colo porque a geração anterior já fez tudo, foi a luta e deixou pronto. Só discordei em algo que concordo com seu post, ainda tem muito espaço para criatividade e inovação e muita coisa para ser batalhada, já que criatividade é o mais caro artefato em época de sequências, remakes e muito cgi no cinema. [Reply] Rafael Netto em 09/11/2009 às 8:19 am Pô Cardoso, de onde você tirou esse “1971″. Tá na p*.* do título do vídeo: 1967!! 1967!! 1967!! Aliás o povo fica tão impressionado com a travessia do túnel que não repara que ele desce a Pres. Vargas na altura do SEGUNDO ANDAR dos prédios e faz um 360 no Largo da Carioca numa época em que havia um prédio no lugar da saída do metrô. Sem falar na quase-colisão com Santa Teresa. [Reply] Cardoso Reply: November 10th, 2009 at 2:05 pm O título do vídeo está errado, meu caro. Pesquise, o filme é de 71. Porra. [Reply] Rafael Netto Reply: November 10th, 2009 at 3:30 pm O filme é Roberto Carlos em Ritmo de Aventura, gravado em 1967 e lançado em 1968. A capa do disco (lançado no fim de 1967) é o RC no helicóptero. [Reply] @italojunior em 09/11/2009 às 8:29 am Coragem realmente está em falta hoje em dia. A maioria dos filmes de ação se baseam em CGI e dublê que ganham muita para se fuderem. E o resultado acaba ficando muito artificial e previsível. Acho que o problema também é que hoje tudo se resume a burocracia. Custos, papelada, autorizações, custos e mais burocracia. Acaba ficando mais fácil apelar pelo computador. Pelo menos ele não vai dizer, “Para fazer isso é preciso de autorização!”. Bem, se não for Windows (rs). [Reply] Moisés Robles em 09/11/2009 às 9:07 am Ótimo texto Cardoso! Muito bom mesmo. Hoje em dia a computação gráfica faz coisas incríveis mesmo, o filme Avatar está ai para mostrar como isso é verdade. Mas não há nada como ver pessoas se esforçando ao máximo para fazer coisas desse tipo. O mais legal é ver filmes dos anos 70/80 onde haviam legiões de figurantes para simular exércitos gigantescos, hoje você pega 40 pessoas e cria um padrão que pode ser replicado, as vezes nem isso… [Reply] Vinicius_K em 09/11/2009 às 1:47 pm Assim como o Alexandre Esposito citou anteriormente, um exemplo de como está sendo exagerado o uso de CGI, é a nova trilogia de Star Wars. Não considero filmes ruins, muito pelo contrário. Mas sinto que falta alguma coisa. As naves, eram construídas, seus detalhes eram pensados minuciosamente. Os filmes eram literalmente feitos, construídos. Muito disso se perdeu hoje em dia, com a falta de equilíbrio. Já imaginaram BTTF feito hoje em dia? O Delorean seria apenas um banco de carro em um cenário chroma-key… [Reply] Philipi Schneider em 09/11/2009 às 3:47 pm O pessoal fala como se criar um bom efeito em computação gráfica fosse algo fácil e barato. Não é. Animações em computação gráfica são bem mais caros e trabalhosos do que filmes em live action. O problema é que quando se fala em computação gráfica, se pensa logo nos transformers da vida. mas a computação gráfica é um recurso maravilhoso para se ter mais controle criativo sobre as cenas. Um exemplo muito bom de filme cheio de computação gráfica, e que ninguém percebe, é o filme Zodíaco, do David Finch. A CG permite recriar a Los Angeles da década de 70 com perfeição. Mas, o maior exemplo de bom uso de CG foi no filme, já com 16 anos, Parque dos Dinossauros. Os animais foram criados em CG, mas graça a muito trabalho e pesquisa, eles parecem vivos, respiram, se movimentam com graça e naturalidade. Não haveria nenhum outro meio de se fazer aquilo. A CG é mais uma ferramenta, assim como pintura, modelagem, entre outros. E que precisa de muita sensibilidade e saber artístico para que funcione, assim como qualquer outro desses métodos. [Reply] Leticia em 09/11/2009 às 5:18 pm Cardoso, primeiro, obrigada por este vídeo. É bom quando a gente reconhece em minúcias lugares de nossa juventude (nossa memória afetiva faz cada vez menos distinção entre 15, 20 anos a mais ou a menos): passou pela faculdade, na Praia Vermelha, depois “tirou um pedaço” da Sala Cecília Meirelles até “ir se estabacar” no IHGB. Depois, concordo, concordo e concordo com você. O povaréu tem mania de ignorar tudo o que foi feito e que propiciou o que temos agora. Esses caras eram foda. Até porque a coisa dava muito mais trabalho, e ninguém se negava a pegar no breu. Hoje todo mundo virou artistinha, e é preciso catar agulha em palheiro pra achar alguém com raça e talento para inovações. Não acredito que o surgimento de novas ideias devam estar necessariamente atreladas à tela de um computador. Essa, no mundo das ideias que lidam com a mesma gente de sempre, é a consequência, e não o começo. Mas hoje a patulée acha que o fim em si é produzir escaras na bunda na frente de um computador… [Reply] fabiopl em 12/11/2009 às 11:31 am O fato do helicóptero ser aberto nos lados me dá um nervoso inacreditável. E caraca, demorou lançarem GTA Roberto Carlos, hein? [Reply] via contraditorium.com Posted via web from j1m1l’s posterous


wowelster: Coragem e Atitude, Thundercats Ho! Hoje estávamos batendo papo no Twitter (você não acha que alguém trabalha por lá, né?) quando surgiu um comercial feito em computação gráfica, kibando uma série de filmes que a Sony fez para a linha Bravia, todos usando gente de verdade, tinta de verdade, explosões de verdade, emoção de verdade. Não me entendam mal, eu sou ferrenho defensor da computação gráfica, ela nos leva a mundos inimagináveis, Senhor dos Anéis nunca seria feito tão grandioso sem computadores, Transformers seria um fime de brinquedos filmados, sem toneladas de CGI. Só que somos preconceituosos, ainda preferimos o “real”. Em computador é fácil (mesmo não sendo). O Gustavo Fortes, da Espalhe resumiu bem: CGI é commodity. Coragem e atitude é q são cada vez mais raros e valorizados Isso é o que separa homens de meninos com brinquedos caros. As agências pequenas estão sobrevivendo por ações práticas de custo reduzido e resultados desproporcionais. Eu sempre bato na tecla: Quanto custa enfiar um iPhone em um liquidificador? Garanto que é uma fração ínfima do que ganha o Justin Long pra fazer cara de idiota nos comerciais da Apple. A computação gráfica, como tudo tem um lado ruim, e nem falo dos logotipos giratórios dos anos 80. Sério, a Praga Hans Donner transformou TUDO em coisas prateadas giratórias. Levou anos até fugirem dessa estética. E logo ELE, que havia cria-digo, assinado aberturas com efeitos práticos sensacionais, como a de Champanhe, ou O Dono do Mundo. Não é preciso mais ter coragem, basta ter um computador. Ousadia? Besteira. Por isso mesmo em tempos de Tropa de Elite a sequência de ação mais impressionante fodástica e acachapante da história do cinema brasileiro é de 1971. Roberto Carlos a 300Km/h – Não há Luke Skywalker, Stringfellow Hawke, Niobe, Barão Vermelho. Não há NINGUÉM que supere o Comandante Malaguti, em termos de pilotagem. link para o vídeo Logo no começo o LOUCO do Malaguti passeia de helicóptero pela Praia do Flamengo, Enseada de Botafogo até chegar na boca do Túnel Novo, do lado do Rio Sul. Então o INSANO atravessa o túnel. Notem, isso não é Missão Impossível, em 1996 Tom Cruise usou efeitos especiais, em 71 usaram um helicóptero de verdade e um túnel de verdade. Depois a sequência continua com um rasante assustador pelo Centro do Rio de Janeiro. Hoje em dia a cena jamais seria feita. Primeiro, ninguém daria permissão. Segundo, ninguém teria COJONES de sequer propor algo assim. Terceiro, ninguém teria os mega-cojones para TOPAR uma idéia dessas. Claro, você sempre pode tentar. O máximo que pode acontecer é o cliente topar e você ainda ser lembrado 38 anos depois. Mas tudo bem, também dá pra ser feliz criando banner e viralzinho… Textos Relacionados: - Portocainarede - 5 vídeos questionáveis - Da boca do lobo: Twittando a fusão Oi-BrT - Onde nenhuma cadeira jamais esteve - DENÚNCIA! Volkswagen praticando homofobia contra gays homosexuais - Viral do Bom pra assistir em Mute Submarino.com.br Sobre o Post Este post foi escrito em 07/11/2009 às 1:59 pm Está arquivado na(s) categoria(s) Cultura Pop, Propaganda e Marketing, Web2.0. Você pode acompanhar os comentários via RSS 2.0. Você pode fazer um comentário, ou trackback de seu próprio blog. Veja a reação da blogosfera « « Anterior: Medalha, Medalha, Medalha – Leitores respondem Próximo: Egocentrismo sim, egoísmo não! » » Email this • 10 comments on this item 21 Respostas para “Coragem e Atitude, Thundercats Ho!” Hugo Meira em 07/11/2009 às 2:59 pm É aquela idéia, real é true, perigo é legal, a cena ficaria mais próxima, mais emocionante. Mas a computação é tão perfeita que pode inclusive acrescentar nuances melhores… Soa como piada esta cena do helicoptero, sabendo como foi feita…. [Reply] Kiko em 07/11/2009 às 4:47 pm Olá. O Malagutti foi meu instrutor em 1976 quando tirei o brevet aos 18 anos no Aero Clube do Brasil em Jacarepaguá e, modestamente, com um dos melhores tempo de “solo” 8:40h na época foi recorde. Nunca mais tive notícias dele, a última é que voava pra Globo, verdade? Abraço Comandante Malagutti do seu aluno “manicaca” do Pantanal. Kiko. [Reply] Ronaldo Camacho em 07/11/2009 às 5:00 pm Um dos mais pungentes exemplos do cinema recente com zero de CGI foi Encarnação do Demônio, do Mojica. Entre outras coisas, ele enfia a cabeça de uma atriz em um barril com milhares de baratas (detalhe: é a mulher dele), e retira outra do ventre de um porco cachaço. Leitão mesmo, fez a atriz entrar lá dentro. Primoroso. [Reply] Luis Pereira em 07/11/2009 às 5:16 pm Cardoso, coragem para fazer, acontecer, você tem toda a razão. E também acredito que o tal “politicamente correto” arrasou com muitas mentes criativas inclusive na vida corporativa das empresas. Ousar é preciso! Abraços @CMPLuis [Reply] Alexandre Esposito em 07/11/2009 às 7:39 pm Realmente impressionante essa cena, nunca tinha visto. E ainda conta com uma das minhas músicas favoritas do Robertão ao fundo. Aliás, é uma grande “falha de currículo” que eu tenho: nunca vi os filmes dele, que devem ser divertidos, apesar de provavelmente toscos. E esse papo todo de CGI x ousadia me lembra uma analogia bem interessante que um conhecido meu fez uns anos atrás num fórum, onde ele compara as trilogias antiga e nova de Star Wars comparando-as com o Rock dos anos 60 e 70 e bandas que bombavam na época do post (no caso, o Creed). Olha o que ele disse: “*Eu devo seguir uma analogia que eu li em algum lugar pra explicar a diferença de qualidade entre a trilogia antiga e a nova. A trilogia antiga é como uma banda punk dos anos 70 que acabou de lançar o primeiro disco: é meio desajeitado e sujo, mas é claro a empolgação e energia que a banda pôs no disco, aquela sensação de “Sim, nós somos foda! Nós vamos conquistar o mundo!”, uma ingenuidade charmosa e cativante. A trilogia nova é como um disco do Creed: é todo produzido e limpo, e embora haja algum riff ou melodia ligeiramente divertida de vez em quando, a obra toda em si é artificial e seguindo uma formula quadrada e sem vida e tentando agradar todo mundo, mas no final enjoativo e esquecível. Ruim. Uma analogia mais direta ainda: repare no plano final de “Sith”, que teoricamente foi perfeito – os novos pais do Luke segurando ele no deserto, enquanto o sol nasce no fundo, ecoando o plano similar do Luke em “Uma Nova Esperança”. Agora compare os dois planos, o de Ep3 e de Ep4. O de Ep3 é todo produzido, limpo, artificial. Até o céu foi alterado digitalmente pra ficar mais “poético”. A imagem é cristalina, como CGI. O plano de Ep4 é sujo, meio tremido. Dá a sensação de que a câmera realmente estava lá. A imagem tem vida. Ela movimenta de forma insegura, assim como o Luke. O céu é simples, é natural. Tem vida. Aí está o seu problema, Sr. Lucas.” Fonte: http://ping.fm/8iKsS Mas uma correção, Cardoso: o túnel que ele atravessa não é o Túnel Novo, é o Túnel do Pasmado, que liga a Enseada à Av. Lauro Sodré. O Túnel Novo é cerca de 300 metros depois. Tanto que em vez de entrar no Túnel Novo ele sobrevoa a Ladeira do Leme, caminho “alternativo” pra chegar em Copa a partir dali. Eu sei porque moro em frente e tô vendo ambos aqui da janela. eheheheheh [Reply] SandroCE em 07/11/2009 às 8:17 pm Vejo uma analogia com o que está aconbtecendo hoje no Brasil… A Globo (Apenas coincidência, poderia ser qualquer outra emissora) está sendo vigiada de perto pelo ministério público por mostrar uma menina “malvadinha” em sua novela das 8. Já imaginaram como seriam as centenas (milhares?) de filmes que colocam crianças, de todas as idades, em situações muito piores? No cinema de todo o mundo temos crianças assassinas, psicopatas, estupradas, loucas, espancadas e o escambau… Se a lógica do MP brasileiro for extendida á todas as mídias… [Reply] Leonardo em 07/11/2009 às 10:51 pm Eu acho que existem casos e casos. Tem certos efeitos que não usam computação gráfica que fazem você olhar e dizer: “Putz, que impressionante! Eu imagino a estrutura e o pessoal gasto pra fazer isso! E aquele detalhe ali como será que foi feito”. Mas a computação gráfica também ajuda a dar dramaticidade e plasticidade pra uma cena, por exemplo eu acho que as cenas de helicóptero que você comparou mesmo. Eu acho que apesar de não ser mais real a cena de Missão impossível tem muito mais dramaticidade, do que qualquer filmagem por mais ousada que pudesse ser não alcançaria. [Reply] Lucas Cambraia em 08/11/2009 às 1:22 am Eu ainda não vi coisa mais tosca do que os efeitos utilizados no filme Python 2. A qualidade inexiste. Nem aqueles seriados infantis dos anos 90 superam este longa- metragem. Computação gráfica ajuda a criar cenas que sem um computador, não existiriam, como diz minha vó “nem a pau, juvenal”. E ás vezes, elas ficam ridículas, como no caso do filme citado. [Reply] Carlos Medeiros em 08/11/2009 às 9:46 am Cadê o link para para passaralho no twitter? [Reply] Roberto em 08/11/2009 às 1:41 pm O melhor (ou pior) é constatar a zona que o Rio de Janeiro virou. Eram poucos carros, o ambiente parecia muito limpo e organizado. Quando ele voa pelo centro, identifiquei prontamente o Largo da Carioca, o lugar onde estão os prédios da Petrobras e BNDES e com tristeza, o Palácio Monroe. [Reply] Martin Juan Sarracena em 08/11/2009 às 3:18 pm Excelente trabalho. Havia que ter cojones, concordo. Duas músicas hoje clássicas. Devo acrescentar que a escelente “Canzone Per Té” de Roberto, (”La festa apena cominchata e já é finita…”) foi ganhadora do festival de São Remo nos idos de… nos idos de… aham! Esqueci. Eu estava na faculdade por aquela época… Mas o Google está aí para isso. [Reply] Fernando Quirino em 09/11/2009 às 1:11 am Engraçado, acabei de ler o texto da bottan falando em como a nova geração tem as coisas fáceis demais e no colo porque a geração anterior já fez tudo, foi a luta e deixou pronto. Só discordei em algo que concordo com seu post, ainda tem muito espaço para criatividade e inovação e muita coisa para ser batalhada, já que criatividade é o mais caro artefato em época de sequências, remakes e muito cgi no cinema. [Reply] Rafael Netto em 09/11/2009 às 8:19 am Pô Cardoso, de onde você tirou esse “1971″. Tá na p*.* do título do vídeo: 1967!! 1967!! 1967!! Aliás o povo fica tão impressionado com a travessia do túnel que não repara que ele desce a Pres. Vargas na altura do SEGUNDO ANDAR dos prédios e faz um 360 no Largo da Carioca numa época em que havia um prédio no lugar da saída do metrô. Sem falar na quase-colisão com Santa Teresa. [Reply] Cardoso Reply: November 10th, 2009 at 2:05 pm O título do vídeo está errado, meu caro. Pesquise, o filme é de 71. Porra. [Reply] Rafael Netto Reply: November 10th, 2009 at 3:30 pm O filme é Roberto Carlos em Ritmo de Aventura, gravado em 1967 e lançado em 1968. A capa do disco (lançado no fim de 1967) é o RC no helicóptero. [Reply] @italojunior em 09/11/2009 às 8:29 am Coragem realmente está em falta hoje em dia. A maioria dos filmes de ação se baseam em CGI e dublê que ganham muita para se fuderem. E o resultado acaba ficando muito artificial e previsível. Acho que o problema também é que hoje tudo se resume a burocracia. Custos, papelada, autorizações, custos e mais burocracia. Acaba ficando mais fácil apelar pelo computador. Pelo menos ele não vai dizer, “Para fazer isso é preciso de autorização!”. Bem, se não for Windows (rs). [Reply] Moisés Robles em 09/11/2009 às 9:07 am Ótimo texto Cardoso! Muito bom mesmo. Hoje em dia a computação gráfica faz coisas incríveis mesmo, o filme Avatar está ai para mostrar como isso é verdade. Mas não há nada como ver pessoas se esforçando ao máximo para fazer coisas desse tipo. O mais legal é ver filmes dos anos 70/80 onde haviam legiões de figurantes para simular exércitos gigantescos, hoje você pega 40 pessoas e cria um padrão que pode ser replicado, as vezes nem isso… [Reply] Vinicius_K em 09/11/2009 às 1:47 pm Assim como o Alexandre Esposito citou anteriormente, um exemplo de como está sendo exagerado o uso de CGI, é a nova trilogia de Star Wars. Não considero filmes ruins, muito pelo contrário. Mas sinto que falta alguma coisa. As naves, eram construídas, seus detalhes eram pensados minuciosamente. Os filmes eram literalmente feitos, construídos. Muito disso se perdeu hoje em dia, com a falta de equilíbrio. Já imaginaram BTTF feito hoje em dia? O Delorean seria apenas um banco de carro em um cenário chroma-key… [Reply] Philipi Schneider em 09/11/2009 às 3:47 pm O pessoal fala como se criar um bom efeito em computação gráfica fosse algo fácil e barato. Não é. Animações em computação gráfica são bem mais caros e trabalhosos do que filmes em live action. O problema é que quando se fala em computação gráfica, se pensa logo nos transformers da vida. mas a computação gráfica é um recurso maravilhoso para se ter mais controle criativo sobre as cenas. Um exemplo muito bom de filme cheio de computação gráfica, e que ninguém percebe, é o filme Zodíaco, do David Finch. A CG permite recriar a Los Angeles da década de 70 com perfeição. Mas, o maior exemplo de bom uso de CG foi no filme, já com 16 anos, Parque dos Dinossauros. Os animais foram criados em CG, mas graça a muito trabalho e pesquisa, eles parecem vivos, respiram, se movimentam com graça e naturalidade. Não haveria nenhum outro meio de se fazer aquilo. A CG é mais uma ferramenta, assim como pintura, modelagem, entre outros. E que precisa de muita sensibilidade e saber artístico para que funcione, assim como qualquer outro desses métodos. [Reply] Leticia em 09/11/2009 às 5:18 pm Cardoso, primeiro, obrigada por este vídeo. É bom quando a gente reconhece em minúcias lugares de nossa juventude (nossa memória afetiva faz cada vez menos distinção entre 15, 20 anos a mais ou a menos): passou pela faculdade, na Praia Vermelha, depois “tirou um pedaço” da Sala Cecília Meirelles até “ir se estabacar” no IHGB. Depois, concordo, concordo e concordo com você. O povaréu tem mania de ignorar tudo o que foi feito e que propiciou o que temos agora. Esses caras eram foda. Até porque a coisa dava muito mais trabalho, e ninguém se negava a pegar no breu. Hoje todo mundo virou artistinha, e é preciso catar agulha em palheiro pra achar alguém com raça e talento para inovações. Não acredito que o surgimento de novas ideias devam estar necessariamente atreladas à tela de um computador. Essa, no mundo das ideias que lidam com a mesma gente de sempre, é a consequência, e não o começo. Mas hoje a patulée acha que o fim em si é produzir escaras na bunda na frente de um computador… [Reply] fabiopl em 12/11/2009 às 11:31 am O fato do helicóptero ser aberto nos lados me dá um nervoso inacreditável. E caraca, demorou lançarem GTA Roberto Carlos, hein? [Reply] via contraditorium.com Posted via web from j1m1l’s posterous


jalmi: Coragem e Atitude, Thundercats Ho! Hoje estávamos batendo papo no Twitter (você não acha que alguém trabalha por lá, né?) quando surgiu um comercial feito em computação gráfica, kibando uma série de filmes que a Sony fez para a linha Bravia, todos usando gente de verdade, tinta de verdade, explosões de verdade, emoção de verdade. Não me entendam mal, eu sou ferrenho defensor da computação gráfica, ela nos leva a mundos inimagináveis, Senhor dos Anéis nunca seria feito tão grandioso sem computadores, Transformers seria um fime de brinquedos filmados, sem toneladas de CGI. Só que somos preconceituosos, ainda preferimos o “real”. Em computador é fácil (mesmo não sendo). O Gustavo Fortes, da Espalhe resumiu bem: CGI é commodity. Coragem e atitude é q são cada vez mais raros e valorizados Isso é o que separa homens de meninos com brinquedos caros. As agências pequenas estão sobrevivendo por ações práticas de custo reduzido e resultados desproporcionais. Eu sempre bato na tecla: Quanto custa enfiar um iPhone em um liquidificador? Garanto que é uma fração ínfima do que ganha o Justin Long pra fazer cara de idiota nos comerciais da Apple. A computação gráfica, como tudo tem um lado ruim, e nem falo dos logotipos giratórios dos anos 80. Sério, a Praga Hans Donner transformou TUDO em coisas prateadas giratórias. Levou anos até fugirem dessa estética. E logo ELE, que havia cria-digo, assinado aberturas com efeitos práticos sensacionais, como a de Champanhe, ou O Dono do Mundo. Não é preciso mais ter coragem, basta ter um computador. Ousadia? Besteira. Por isso mesmo em tempos de Tropa de Elite a sequência de ação mais impressionante fodástica e acachapante da história do cinema brasileiro é de 1971. Roberto Carlos a 300Km/h – Não há Luke Skywalker, Stringfellow Hawke, Niobe, Barão Vermelho. Não há NINGUÉM que supere o Comandante Malaguti, em termos de pilotagem. link para o vídeo Logo no começo o LOUCO do Malaguti passeia de helicóptero pela Praia do Flamengo, Enseada de Botafogo até chegar na boca do Túnel Novo, do lado do Rio Sul. Então o INSANO atravessa o túnel. Notem, isso não é Missão Impossível, em 1996 Tom Cruise usou efeitos especiais, em 71 usaram um helicóptero de verdade e um túnel de verdade. Depois a sequência continua com um rasante assustador pelo Centro do Rio de Janeiro. Hoje em dia a cena jamais seria feita. Primeiro, ninguém daria permissão. Segundo, ninguém teria COJONES de sequer propor algo assim. Terceiro, ninguém teria os mega-cojones para TOPAR uma idéia dessas. Claro, você sempre pode tentar. O máximo que pode acontecer é o cliente topar e você ainda ser lembrado 38 anos depois. Mas tudo bem, também dá pra ser feliz criando banner e viralzinho… Textos Relacionados: - Portocainarede - 5 vídeos questionáveis - Da boca do lobo: Twittando a fusão Oi-BrT - Onde nenhuma cadeira jamais esteve - DENÚNCIA! Volkswagen praticando homofobia contra gays homosexuais - Viral do Bom pra assistir em Mute Submarino.com.br Sobre o Post Este post foi escrito em 07/11/2009 às 1:59 pm Está arquivado na(s) categoria(s) Cultura Pop, Propaganda e Marketing, Web2.0. Você pode acompanhar os comentários via RSS 2.0. Você pode fazer um comentário, ou trackback de seu próprio blog. Veja a reação da blogosfera « « Anterior: Medalha, Medalha, Medalha – Leitores respondem Próximo: Egocentrismo sim, egoísmo não! » » Email this • 10 comments on this item 21 Respostas para “Coragem e Atitude, Thundercats Ho!” Hugo Meira em 07/11/2009 às 2:59 pm É aquela idéia, real é true, perigo é legal, a cena ficaria mais próxima, mais emocionante. Mas a computação é tão perfeita que pode inclusive acrescentar nuances melhores… Soa como piada esta cena do helicoptero, sabendo como foi feita…. [Reply] Kiko em 07/11/2009 às 4:47 pm Olá. O Malagutti foi meu instrutor em 1976 quando tirei o brevet aos 18 anos no Aero Clube do Brasil em Jacarepaguá e, modestamente, com um dos melhores tempo de “solo” 8:40h na época foi recorde. Nunca mais tive notícias dele, a última é que voava pra Globo, verdade? Abraço Comandante Malagutti do seu aluno “manicaca” do Pantanal. Kiko. [Reply] Ronaldo Camacho em 07/11/2009 às 5:00 pm Um dos mais pungentes exemplos do cinema recente com zero de CGI foi Encarnação do Demônio, do Mojica. Entre outras coisas, ele enfia a cabeça de uma atriz em um barril com milhares de baratas (detalhe: é a mulher dele), e retira outra do ventre de um porco cachaço. Leitão mesmo, fez a atriz entrar lá dentro. Primoroso. [Reply] Luis Pereira em 07/11/2009 às 5:16 pm Cardoso, coragem para fazer, acontecer, você tem toda a razão. E também acredito que o tal “politicamente correto” arrasou com muitas mentes criativas inclusive na vida corporativa das empresas. Ousar é preciso! Abraços @CMPLuis [Reply] Alexandre Esposito em 07/11/2009 às 7:39 pm Realmente impressionante essa cena, nunca tinha visto. E ainda conta com uma das minhas músicas favoritas do Robertão ao fundo. Aliás, é uma grande “falha de currículo” que eu tenho: nunca vi os filmes dele, que devem ser divertidos, apesar de provavelmente toscos. E esse papo todo de CGI x ousadia me lembra uma analogia bem interessante que um conhecido meu fez uns anos atrás num fórum, onde ele compara as trilogias antiga e nova de Star Wars comparando-as com o Rock dos anos 60 e 70 e bandas que bombavam na época do post (no caso, o Creed). Olha o que ele disse: “*Eu devo seguir uma analogia que eu li em algum lugar pra explicar a diferença de qualidade entre a trilogia antiga e a nova. A trilogia antiga é como uma banda punk dos anos 70 que acabou de lançar o primeiro disco: é meio desajeitado e sujo, mas é claro a empolgação e energia que a banda pôs no disco, aquela sensação de “Sim, nós somos foda! Nós vamos conquistar o mundo!”, uma ingenuidade charmosa e cativante. A trilogia nova é como um disco do Creed: é todo produzido e limpo, e embora haja algum riff ou melodia ligeiramente divertida de vez em quando, a obra toda em si é artificial e seguindo uma formula quadrada e sem vida e tentando agradar todo mundo, mas no final enjoativo e esquecível. Ruim. Uma analogia mais direta ainda: repare no plano final de “Sith”, que teoricamente foi perfeito – os novos pais do Luke segurando ele no deserto, enquanto o sol nasce no fundo, ecoando o plano similar do Luke em “Uma Nova Esperança”. Agora compare os dois planos, o de Ep3 e de Ep4. O de Ep3 é todo produzido, limpo, artificial. Até o céu foi alterado digitalmente pra ficar mais “poético”. A imagem é cristalina, como CGI. O plano de Ep4 é sujo, meio tremido. Dá a sensação de que a câmera realmente estava lá. A imagem tem vida. Ela movimenta de forma insegura, assim como o Luke. O céu é simples, é natural. Tem vida. Aí está o seu problema, Sr. Lucas.” Fonte: http://ping.fm/8iKsS Mas uma correção, Cardoso: o túnel que ele atravessa não é o Túnel Novo, é o Túnel do Pasmado, que liga a Enseada à Av. Lauro Sodré. O Túnel Novo é cerca de 300 metros depois. Tanto que em vez de entrar no Túnel Novo ele sobrevoa a Ladeira do Leme, caminho “alternativo” pra chegar em Copa a partir dali. Eu sei porque moro em frente e tô vendo ambos aqui da janela. eheheheheh [Reply] SandroCE em 07/11/2009 às 8:17 pm Vejo uma analogia com o que está aconbtecendo hoje no Brasil… A Globo (Apenas coincidência, poderia ser qualquer outra emissora) está sendo vigiada de perto pelo ministério público por mostrar uma menina “malvadinha” em sua novela das 8. Já imaginaram como seriam as centenas (milhares?) de filmes que colocam crianças, de todas as idades, em situações muito piores? No cinema de todo o mundo temos crianças assassinas, psicopatas, estupradas, loucas, espancadas e o escambau… Se a lógica do MP brasileiro for extendida á todas as mídias… [Reply] Leonardo em 07/11/2009 às 10:51 pm Eu acho que existem casos e casos. Tem certos efeitos que não usam computação gráfica que fazem você olhar e dizer: “Putz, que impressionante! Eu imagino a estrutura e o pessoal gasto pra fazer isso! E aquele detalhe ali como será que foi feito”. Mas a computação gráfica também ajuda a dar dramaticidade e plasticidade pra uma cena, por exemplo eu acho que as cenas de helicóptero que você comparou mesmo. Eu acho que apesar de não ser mais real a cena de Missão impossível tem muito mais dramaticidade, do que qualquer filmagem por mais ousada que pudesse ser não alcançaria. [Reply] Lucas Cambraia em 08/11/2009 às 1:22 am Eu ainda não vi coisa mais tosca do que os efeitos utilizados no filme Python 2. A qualidade inexiste. Nem aqueles seriados infantis dos anos 90 superam este longa- metragem. Computação gráfica ajuda a criar cenas que sem um computador, não existiriam, como diz minha vó “nem a pau, juvenal”. E ás vezes, elas ficam ridículas, como no caso do filme citado. [Reply] Carlos Medeiros em 08/11/2009 às 9:46 am Cadê o link para para passaralho no twitter? [Reply] Roberto em 08/11/2009 às 1:41 pm O melhor (ou pior) é constatar a zona que o Rio de Janeiro virou. Eram poucos carros, o ambiente parecia muito limpo e organizado. Quando ele voa pelo centro, identifiquei prontamente o Largo da Carioca, o lugar onde estão os prédios da Petrobras e BNDES e com tristeza, o Palácio Monroe. [Reply] Martin Juan Sarracena em 08/11/2009 às 3:18 pm Excelente trabalho. Havia que ter cojones, concordo. Duas músicas hoje clássicas. Devo acrescentar que a escelente “Canzone Per Té” de Roberto, (”La festa apena cominchata e já é finita…”) foi ganhadora do festival de São Remo nos idos de… nos idos de… aham! Esqueci. Eu estava na faculdade por aquela época… Mas o Google está aí para isso. [Reply] Fernando Quirino em 09/11/2009 às 1:11 am Engraçado, acabei de ler o texto da bottan falando em como a nova geração tem as coisas fáceis demais e no colo porque a geração anterior já fez tudo, foi a luta e deixou pronto. Só discordei em algo que concordo com seu post, ainda tem muito espaço para criatividade e inovação e muita coisa para ser batalhada, já que criatividade é o mais caro artefato em época de sequências, remakes e muito cgi no cinema. [Reply] Rafael Netto em 09/11/2009 às 8:19 am Pô Cardoso, de onde você tirou esse “1971″. Tá na p*.* do título do vídeo: 1967!! 1967!! 1967!! Aliás o povo fica tão impressionado com a travessia do túnel que não repara que ele desce a Pres. Vargas na altura do SEGUNDO ANDAR dos prédios e faz um 360 no Largo da Carioca numa época em que havia um prédio no lugar da saída do metrô. Sem falar na quase-colisão com Santa Teresa. [Reply] Cardoso Reply: November 10th, 2009 at 2:05 pm O título do vídeo está errado, meu caro. Pesquise, o filme é de 71. Porra. [Reply] Rafael Netto Reply: November 10th, 2009 at 3:30 pm O filme é Roberto Carlos em Ritmo de Aventura, gravado em 1967 e lançado em 1968. A capa do disco (lançado no fim de 1967) é o RC no helicóptero. [Reply] @italojunior em 09/11/2009 às 8:29 am Coragem realmente está em falta hoje em dia. A maioria dos filmes de ação se baseam em CGI e dublê que ganham muita para se fuderem. E o resultado acaba ficando muito artificial e previsível. Acho que o problema também é que hoje tudo se resume a burocracia. Custos, papelada, autorizações, custos e mais burocracia. Acaba ficando mais fácil apelar pelo computador. Pelo menos ele não vai dizer, “Para fazer isso é preciso de autorização!”. Bem, se não for Windows (rs). [Reply] Moisés Robles em 09/11/2009 às 9:07 am Ótimo texto Cardoso! Muito bom mesmo. Hoje em dia a computação gráfica faz coisas incríveis mesmo, o filme Avatar está ai para mostrar como isso é verdade. Mas não há nada como ver pessoas se esforçando ao máximo para fazer coisas desse tipo. O mais legal é ver filmes dos anos 70/80 onde haviam legiões de figurantes para simular exércitos gigantescos, hoje você pega 40 pessoas e cria um padrão que pode ser replicado, as vezes nem isso… [Reply] Vinicius_K em 09/11/2009 às 1:47 pm Assim como o Alexandre Esposito citou anteriormente, um exemplo de como está sendo exagerado o uso de CGI, é a nova trilogia de Star Wars. Não considero filmes ruins, muito pelo contrário. Mas sinto que falta alguma coisa. As naves, eram construídas, seus detalhes eram pensados minuciosamente. Os filmes eram literalmente feitos, construídos. Muito disso se perdeu hoje em dia, com a falta de equilíbrio. Já imaginaram BTTF feito hoje em dia? O Delorean seria apenas um banco de carro em um cenário chroma-key… [Reply] Philipi Schneider em 09/11/2009 às 3:47 pm O pessoal fala como se criar um bom efeito em computação gráfica fosse algo fácil e barato. Não é. Animações em computação gráfica são bem mais caros e trabalhosos do que filmes em live action. O problema é que quando se fala em computação gráfica, se pensa logo nos transformers da vida. mas a computação gráfica é um recurso maravilhoso para se ter mais controle criativo sobre as cenas. Um exemplo muito bom de filme cheio de computação gráfica, e que ninguém percebe, é o filme Zodíaco, do David Finch. A CG permite recriar a Los Angeles da década de 70 com perfeição. Mas, o maior exemplo de bom uso de CG foi no filme, já com 16 anos, Parque dos Dinossauros. Os animais foram criados em CG, mas graça a muito trabalho e pesquisa, eles parecem vivos, respiram, se movimentam com graça e naturalidade. Não haveria nenhum outro meio de se fazer aquilo. A CG é mais uma ferramenta, assim como pintura, modelagem, entre outros. E que precisa de muita sensibilidade e saber artístico para que funcione, assim como qualquer outro desses métodos. [Reply] Leticia em 09/11/2009 às 5:18 pm Cardoso, primeiro, obrigada por este vídeo. É bom quando a gente reconhece em minúcias lugares de nossa juventude (nossa memória afetiva faz cada vez menos distinção entre 15, 20 anos a mais ou a menos): passou pela faculdade, na Praia Vermelha, depois “tirou um pedaço” da Sala Cecília Meirelles até “ir se estabacar” no IHGB. Depois, concordo, concordo e concordo com você. O povaréu tem mania de ignorar tudo o que foi feito e que propiciou o que temos agora. Esses caras eram foda. Até porque a coisa dava muito mais trabalho, e ninguém se negava a pegar no breu. Hoje todo mundo virou artistinha, e é preciso catar agulha em palheiro pra achar alguém com raça e talento para inovações. Não acredito que o surgimento de novas ideias devam estar necessariamente atreladas à tela de um computador. Essa, no mundo das ideias que lidam com a mesma gente de sempre, é a consequência, e não o começo. Mas hoje a patulée acha que o fim em si é produzir escaras na bunda na frente de um computador… [Reply] fabiopl em 12/11/2009 às 11:31 am O fato do helicóptero ser aberto nos lados me dá um nervoso inacreditável. E caraca, demorou lançarem GTA Roberto Carlos, hein? [Reply] via contraditorium.com Posted via web from j1m1l’s posterous


Celebrity Gossip: Did Drew Barrymore kick Justin Long out of her house?: This report is from Star Magazine, so of course there.. http://bit.ly/3tsno6


yahoointheknow: Drew Barrymore Kicks Justin Long Out


Nicole Perri: Drew Barrymore Chucks Justin Long From Home


YourTango: Drew Barrymore Chucks Justin Long From Home

Google Blog Search

Digg - Latest Diggs

General Entertainment News

Celebopedia® - Justin Long

Rate Justin Long

  • 100
  • 100
  • 100

Vital Stats

Celebopedia® Sections

Actors Actresses Athletes
Models Celebs Musicians
Reality Teams Film/TV
# | A | B | C | D | E | F | G | H |
I | J | K | L | M | N | O | P | Q |
R | S | T | U | V | W | X | Y | Z

Celebrities By Nationality

Bookmark Justin Long

Slashdot It! Digg It! Reddit It! Save to del.icio.us Share On Facebook! Technorati Bookmark On Google Stumble It!


Send all comments to Celebopedia ®